Delatado, Aécio emplaca seu advogado Velloso na Justiça

Figurinha fácil nas delações da Odebrecht, o senador Aécio Neves, ao que tudo indica, conseguirá emplacar o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Velloso no comando do Ministério da Justiça; Velloso, que advoga para o tucano em um dos inquéritos a que ele responde no STF pela Lava Jato, irá convenientemente chefiar a Polícia Federal; segundo assessores do Palácio do Planalto, Velloso ajudaria a amarrar de vez os tucanos ao governo federal diante da ameaça de que a sigla abandone neste ano a Esplanada dos Ministérios visando a eleição presidencial de 2018

Do Brasil 247

O senador Aécio Neves, ao que tudo indica, conseguirá emplacar o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Velloso no comando do Ministério da Justiça. Velloso, que advoga para o tucano em um dos inquéritos a que ele responde no STF pela Lava Jato, irá convenientemente chefiar a Polícia Federal.

As informações sobre a indicação de Velloso são de reportagem de Gustavo Uribe e Marina Dias na Folha de S.Paulo.

“Segundo assessores do Palácio do Planalto, Velloso ajudaria a amarrar de vez os tucanos ao governo federal diante da ameaça de que a sigla abandone neste ano a Esplanada dos Ministérios visando a eleição presidencial de 2018.

Em conversas reservadas, o presidente tem afirmado que definiu o nome, mas que pode haver mudança caso seja revelada alguma polêmica envolvendo o ex-ministro.

A hipótese, contudo, é considerada pouco provável pelo governo, que já fez um pente-fino no histórico do magistrado e não encontrou fatos que possam inviabilizá-lo.

A avaliação é que a carreira jurídica sólida e a interlocução tanto com a esquerda como com a direita ajudam Velloso a obter a aprovação da opinião pública para a função.

Velloso já demonstrou disposição de assumir o cargo. Caso ele recue de última hora, contudo, Temer avalia o nome do vice-procurador-geral da República, José Bonifácio de Andrada. Nesta quarta (15), o presidente se encontrou com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.”

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