Malafaia e Cantanhêde decretam: é Dória

por Fernando Brito, Tijolaço

Eliane Cantenhêde, no Estadão, e Silas Malafaia, na Folha, decretam: é João Dória o tucano que irá para as urnas em 2018.

A colunista especializada na “massa cheirosa|” cita pesquisas que dão a Dória o triplo da preferência entre os eleitores tucanos.

Já o escandaloso pastor sai em defesa do prefeito com a “denúncia” de que “agentes de Bolsonaro” estariam tentando desestabilizá-lo com “notícias”  de que, por exemplo, iria promover a “islamização” do Brasil.

É coisa de fazer duvidar da sanidade mental de quem a faz e até  Bolsonaro suspeita que é o contrário, uma manobra “dorianista” para indispô-lo com o fanatismo cibernético.

“Tem seguidor que é de outro lado e planta notícia para tentar me bater de frente com A, B ou C. Não entro nessa.”

Bolsonaro é fascistão, mas não é bobo de cair no “joga ovo” de Dória: sabe que ele não existe fora de São Pauloe dos salões de elites onde São Paulo se projeta pelo Brasil.

Alckmin já é tratado como carta fora do baralho.

Recomenda-se, porém, que não o humilhem mais.

Mesmo arruinado eleitoralmente, ele pode bater pé na candidatura apenas até se esgotarem os prazos fatais para Doria.

A propósito, os valentes procuradores da República que descobrem “caixa 2” na campanha de todo mundo leram a notinha do Lauro Jardim dizendo que Dória está recebendo gordas doações da “turma da bufunfa”?

Como o amigo de Moro “não vem ao caso”?

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