Qual será a punição para os indigentes que estão espalhando a fake news da ‘convocação de terroristas’ por Gleisi Hoffmann?

por Kiko Nogueira, DCM

A nova da direita indigente nacional é misturar burrice, má fé, oportunismo e xenofobia para acusar Gleisi Hoffmann de incitar terroristas a vir ao Brasil.

A presidente do PT teria “violado a Lei de Segurança Nacional”.

Gleisi gravou um vídeo e enviou à Al Jazeera, do Qatar, denunciando a prisão política de Lula, afirmando que ele é “um grande amigo do mundo árabe”.

A senadora Ana Amélia, a mesma que elogiou os gaúchos por atentarem contra a caravana do ex-presidente no Sul, transformou a manifestação de Gleisi numa convocação do “exército islâmico”.

Provavelmente, referia-se ao Estado Islâmico, mas na cabeça dessa gente é tudo a mesma coisa.

Uma tal Bia Kicis, estrela dos falecidos Revoltados Online juntamente com Marcello Reis (por onde anda?), investiu nas fake news e editou o material.

Num post criminoso, não apenas pelo massacre da língua portuguesa, escreve que Gleisi pede apoio do “Hammas, Hesbolah (sic) e outros grupos terroristas – inclusive o Estado Islâmico”.

“Não é à toa, que no governo Lula e Dilma, foi construída a ‘Embaixada da Palestina’ em Brasília com dinheiro nosso”.

No momento destas maltraçadas, essa fraude tem 256 mil visualizações e 19 mil compartilhamentos.

A islamofobia é a nova moda dessa massa de descerebrados.

Em agosto passado, um refugiado sírio que vendia salgados em sua barraca no Rio de Janeiro foi atacado por um desses cidadãos de bem.

“Eu sou brasileiro e estou vendo meu país ser invadido por esses homens-bomba miseráveis, esquartejados, que mataram crianças, adolescentes”, gritava.

“Justiça! Vamos expulsar ele! Cadê o prefeito? O governo do estado?”

Ao assumir o TSE, Luiz Fux prometeu até bloqueio de bens e detenção dos envolvidos em disseminação dessas falsidades. Eis uma maneira de provar que não estava de papo furado.

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