Racistas e frustrados, internautas de extrema direita promovem ataques a mulheres

Defensores do racismo, estupro e pedofilia, membros do Dogolachan criam fraudes para atacar desafetos, que vão de feministas a jornalistas

É um canto escuro e triste da internet. Se tivesse um odor, seria o de mofo, frustração e restos secos de ejaculações solitárias. Reunidos no fórum Dogolachan – que, como outros fóruns do tipo chan, tem como regra o anonimato dos participantes –, homens sem rosto se reúnem todos os dias para falar sobre a frustração e a raiva que os unem.

Criado em 2013 pelo hacker Marcelo Valle Silveira Mello, conhecido como Psy ou Batoré, dono de um longo histórico de crimes de ódio, o Dogolachan reúne homens que têm raiva de muita gente: negros, gays, lésbicas, trans, esquerdistas, judeus… Mas nenhum ódio merece tantos posts e desperta uma torrente tão caudalosa de ofensas quanto o ódio que sentem pelas mulheres.

Anônimo chama feminicida de ‘herói’ no fórum Dogolachan

Mulheres, para os membros do Dogolachan, são “depósitos de porra”, as “criaturas mais hipócritas e deploráveis do universo”, vadias que “só sabem dar para o pior tipo de lixo”. Nos posts do fórum, celebram autores de feminicídios como “heróis” e elogiam a beleza de lolitas russas de cinco anos, por serem livres de “miscigenação e essa degeneração toda”, enquanto debatem a respeito das melhores técnicas para sequestrar e estuprar adolescentes.

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